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05-03-2009 | 15:30 | napalm Desconfiado tb estive, durante algum tempo mas fiquei esclarecido com a explicação de Jorge Tomé (Administrador da CGD e responsável primeiro pelo acordo)no "Prós e Contras" e, em momento nenhum me pareceu que teria sido intenção não entregar a a), b) ou c) a dita participação. Ficou isso sim claro que, em alternativa à venda do bloco a estrangeiros (não há nacionais com capacidade para tal e os que supostamente tinham foram "varridos do mapa", tal como os bancos que os apoiavam) seria a venda em bolsa, em pequenos lotes, que iriam claramente penalizar a cotação do título. O acordo, por si, era um mal menor que foi arrasado pela posterior queda das cotações. O que é fortemente criticável, e será sempre, é o papel de instituições como a CGD que canalizam recursos - no tempo em que achavam que estes eram ilimitados - para actividades pouco produtivas e ficam, a seguir, com o ónus de resolver as operações. Neste caso aplicou-se a máxima de "se deves 5,000 ao banco tens um problema, se deves 5,000,000, tem o banco o problema" - pouca ou nenhuma era a capacidade negocial da CGD, neste caso.
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