17-02-2009 16:16
Pedro Santos Guerreiro

Velhos, pouco. Pagos, muito. Trabalho, nenhum. Porquê?

Na apresentação da nova fundação da família, que terá um dos maiores orçamentos em Portugal, Alexandre Soares dos Santos fez mais uma pergunta inquietante...

Portugal tem na prateleira doméstica milhares de trabalhadores que recebem o seu salário e não trabalham, foram "reestruturados" pelas empresas. Em particular pela banca, há muitos profissionais na casa dos 50 anos cheios de experiência mas que se tornaram excedentários. Ora, pergunta Soares dos Santos, numa altura de crise, em que muitas PME precisariam de apoio profissional na gestão dos seus balanços e financiamentos, por que não pegar nesta bolsa de competência e pô-la a trabalhar como consultores das PME?

Noutros tempos, esta ideia pareceria peregrina. Em tempos como este, de guerra, não se limpam armas. Ora se a competência existe, se já está paga e se muitos desses trabalhadores gostariam de voltar a meter as mãos na massa, será assim tão estranha sugestão?
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COMENTÁRIOS

17-02-2009 | 17:13 | Metralha
Mas outros tantos preferem as sopas e descanso a que foram votados. Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades, adaptam-se as filosofias.

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